A E-nable.org www.e-nable.org realiza um belíssimo trabalho ao usar a impressão 3D para fabricação de mãos artificiais para pessoas, principalmente crianças que as perderam em acidentes traumáticos.

Apesar desta emocionante aplicação, impressão 3D ainda está longe de causar um impacto maior na economia e vida das pessoas por 2 motivos principais: baixa velocidade de produção que pode chegar a horas em objetos mais complexos e o limitado conjunto de materiais que pode ser usado como matéria prima.

Os que presenciam uma impressora 3D em ação notam que o objeto 3D é produzido pela deposição de finas camadas em cima de finas camadas de material plástico pulverizado através do “cabeçote de impressão” num processo inerentemente lento denominado “estereolitografia” que usa luz UV para ligar quimicamente e endurecer o plástico utilizado.

Existe, no entanto, um startup que já recebeu cerca de USD 220 milhões em investimentos da GE Ventures e do Google denominada CARBON www.carbon3d.com que literalmente virou o processo de impressão 3D de ponta cabeça porque a estereolitografia é feita projetando sucessivas imagens com luz UV pelo cabeçote de impressão em cima de um banho do material plástico de onde cresce e aparece o objeto “impresso”. Este processo muitas vezes mais rápido do que o anteriormente descrito e já usado industrialmente por várias empresas foi inspirado segundo seus inventores, Joseph De Simoni e Alex Ermoshkini, pela cena do filme O Exterminador do Futuro 2 na qual o robô humanoide T-1000 surge de uma poça de um material liquido metálico.